quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Dia Mundial da Paz

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Dia Mundial da Paz, inicialmente chamado simplesmente de Dia da Paz
 foi criado pelo Papa Paulo VI, com uma mensagem datada do dia 8 de dezembro de 19671 ,
 para que o primeiro fosse celebrado sempre no primeiro dia do ano civil (1 de janeiro), a 
partir de 1968, coisa que acontece até hoje.
Dizia o Papa Paulo VI em sua primeira mensagem para este dia: "Dirigimo-nos a todos os
 homens de boa vontade, para os exortar a celebrar o Dia da Paz, em todo o mundo, no 
primeiro dia do ano civil, 1 de Janeiro de 1968. Desejaríamos que depois, cada ano, esta 
celebração se viesse a repetir, como augúrio e promessa, no início do calendário que mede
 e traça o caminho da vida humana no tempo que seja a Paz, com o seu justo e benéfico
 equilíbrio, a dominar o processar-se da história no futuro".
A proposta de dedicar à Paz o primeiro dia do novo ano não tem a pretensão de ser 
qualificada como exclusivamente religiosa ou católica. Antes, seria para desejar que ela
 encontrasse a adesão de todos os verdadeiros amigos da Paz, como se se tratasse de
 uma iniciativa sua própria; que ela se exprimisse livremente, por todos aqueles modos que
 mais estivessem a caráter e mais de acordo com a índole particular de quantos avaliam bem,
 como é bela e importante ao mesmo tempo, a consonância de todas as vozes do mundo, consonância 
na harmonia, feita da variedade da humanidade moderna, no exaltar este bem primário que é a
 Paz.
Completava ainda o Papa Paulo VI: "A Igreja católica, com intenção de servir e de dar exemplo
 pretende simplesmente lançar a idéia, com a esperança de que ela venha não só a receber o
 mais amplo consenso no mundo civil, mas que também encontre
 por toda a parte muitos promotores, a um tempo avisados e audazes, para poderem imprimir
 ao Dia da Paz, a celebrar-se nas calendas de cada novo ano, caráter sincero e forte, de uma
 humanidade consciente e liberta dos seus tristes e fatais conflitos bélicos, que quer dar à
 história do mundo um devir mais feliz, ordenado e civil".

Os Papas tem por costume escolher um tema e escrever uma mensagem para este dia.

Temas escolhidos pelo Papa Paulo VI

ANOTEMA
1968O Dia da Paz
1969A promoção dos direitos do Homem, caminho para a Paz
1970Educação para a Paz mediante a reconciliação
1971Todos os homens são meus irmãos
1972Se queres a Paz, trabalha pela justiça
1973A Paz é possível
1974A Paz também depende de ti
1975A Reconciliação, caminho para a Paz
1976As verdadeiras armas da Paz
1977Se queres a Paz, defendes a vida
1978Não à violência, sim à Paz

Temas escolhidos pelo Papa João Paulo II

ANOTEMA
1979Para alcançar a Paz, educar para a Paz
1980A verdade, força da Paz
1981Para servir a Paz, respeita a liberdade
1982A Paz: dom de Deus confiado aos homens
1983O diálogo para a Paz, um desafio para o nosso tempo
1984De um coração novo, nasce a Paz
1985A Paz e os jovens caminham juntos
1986A Paz é um valor sem fronteiras. Norte, Sul, Leste, Oeste: uma só Paz
1987Desenvolvimento e Solidariedade: duas chaves para a Paz
1988Liberdade Religiosa, condição para a Paz
1989Para construir a Paz, respeita a consciência do homem
1990Paz com Deus criador, Paz com toda criação
1991Se queres a Paz, respeita a consciência do homem
1992Os crentes unidos na construção da Paz
1993Se queres a Paz, vais ao encontro dos pobres
1994Da Família nasce a Paz da família humana (no Ano Internacional da Família)
1995Mulher, educadora da Paz
1996Demos às crianças um futuro de Paz
1997Oferece o perdão, recebe a Paz
1998Da justiça de cada um, nasce a Paz para todos
1999No respeito dos direitos humanos, o segredo da verdadeira Paz
2000Paz na terra aos homens que Deus ama
2001Diálogo entre as culturas para uma civilização do Amor e da Paz
2002Não há Paz sem justiça, não há justiça sem perdão
2003Pacem in Terris: um compromisso permanente (nos 40 anos da encíclica de João XXIII)
2004Um compromisso sempre atual: educar para a Paz
2005Não te deixes vencer pelo mal, vence antes o mal com o bem

Temas escolhidos pelo Papa Bento XVI

ANOTEMA
2006Na verdade, a Paz
2007A Pessoa Humana, coração da Paz
2008Família Humana: Comunidade de Paz
2009Combater a pobreza, construir a Paz
2010Se quiser cultivar a Paz, preserve a criação
2011Liberdade Religiosa, caminho para a Paz
2012Educar os jovens para a Justiça e para a Paz
2013Bem-aventurados os construtores de Paz

Temas escolhidos pelo Papa Francisco

ANOTEMA
2014Fraternidade, fundamento e caminho para a Paz
Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

“Nós temos que pelejar e ter confiança no povo”, afirma Eduardo Campos

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou que "o pacto político que está em Brasília já deu o que tinha que dar" e que "o Brasil quer o debate". Em discurso durante ato partidário no Recife, agendado para formalizar o apoio do PPS à sua candidatura à Presidência da República, ele disse que sua aliança política terá uma "grande vitória" em 2014.
O encontro, realizado na noite de segunda-feira (16), teve discursos marcados por referências históricas. Campos e o deputado federal Roberto Freire (SP), presidente nacional do PPS, citaram que as forças políticas que viriam a ser o PPS e o PSB lutaram do mesmo lado contra a ditadura (1964-1985), ambas no MDB. A aliança conta ainda com os partidários da Rede, da ex-senadora Marina Silva, além do Partido Pátria Livre (PPL).
"Nós temos que ter a capacidade política de enfrentar as intempéries, de pelejar como sabemos pelejar, de enfrentar as dificuldades, de ter confiança no povo, que é o que vai nos levar a uma grande vitória em 2014", ressaltou o governador. Ele acrescentou que o eventual tempo reduzido na propaganda política obrigatória não impedirá a vitória da aliança.
"Quem ganha política não é tempo de televisão, não é dinheiro, não é ajuntamento de gente que não sabe para onde está indo nem para quê está indo. O que ganha é ter história, e história nós temos. É ter ideias, e ideias nós temos. É ter energia e disposição, e essa não vai nos faltar. E, sobretudo, ter a capacidade de reunir as boas pessoas em torno das boas ideias", disse o pernambucano.
Na terça-feira (17), Campos participou ao lado da presidente Dilma Rousseff da inauguração da plataforma P-62, da Petrobrás, em Ipojuca (PE). No evento, ele falou de empenho do governo em trabalhar pelo país, mas reclamou de tratamento desigual dado ao Nordeste, que sempre precisa se esforçar em dobro para ser atendido pela União.
"Para nós (nordestinos), as portas estão sempre fechadas. É preciso sempre fazer mais. Temos que trabalhar mais do que os outros, ser melhor que os outros", disse. O governador voltou a defender mais investimentos e igualdade de tratamento do governo federal para o Nordeste, lembrando que mesmo com avanços, a região, que tem 28% da população do Brasil, só concentra 13,5% das riquezas.

"A nova política nos obriga a olhar pra frente. Os recursos são públicos, não da União, dos estados ou dos municípios. Os serviços devem ser feitos, pelos melhores preços, e melhorar a vidas das pessoas", completou.
Fonte: Hora do Povo 

Governo esvazia CCJ para não votar PEC que beneficia os municípios


Por influência do governo, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 341/2013, defendida pelos prefeitos, e que aumentaria os recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FMP) de 23,5% para 25,5%, não foi votada na quarta-feira, como estava previsto, por ausência de parlamentares da base aliada. A sessão, apesar de cheia, foi encerrada com a alegação de falta de quórum. O Planalto anunciou recentemente que não apoiaria nenhuma proposta que significasse aumento de gastos sociais.
A matéria estava em apreciação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados na manhã da quarta-feira (8 de dezembro). A Confederação Nacional de Municípios (CNM) e o movimento municipalista se mobilizaram durante toda a manhã para que os parlamentares estivessem na sessão. Em um determinado momento foram anunciados 53 parlamentares presentes.
A CCJ havia encerrado as atividades do ano na terça-feira (17 de dezembro). Mas o presidente da Comissão resolveu convocar outra reunião para votar a admissibilidade de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs). A que prevê o aumento dos repasses da União para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), PEC 341/2013, apensada à PEC 261/2013, que prevê aumento do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e a segunda, que diz respeito ao acesso às verbas do fundo partidário e ao horário gratuito do rádio e da TV, a PEC 344/2013.

O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), Benes Leocadio, criticou a decisão. "Lamentamos o não acontecimento desta sessão, principalmente devido à retirada dos deputados que estavam presentes", salientou. Os parlamentares haviam se comprometido com os mais de 600 prefeitos que estiveram em Brasília na semana passada para agilizar a votação da PEC. Na ocasião o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves, garantiu que entraria em contato com presidente da CCJC para pedir que votasse a admissibilidade da PEC.

Fonte: Hora do Povo

sábado, 21 de dezembro de 2013



Eduardo Campos é o mais capacitado para o Brasil
ARIANO SUASSUNA
Para falar de Eduardo Campos eu precisaria escrever um ensaio, tal a importância que dou a ele em relação a nosso País e ao nosso povo.
Teria de começar falando do ponto de vista pessoal, para dizer que o conheço desde o seu nascimento, pois seu pai, Maximiano Campos, e seu tio, Renato Carneiro Campos, eram escritores e meus amigos, e ambos eram já pessoas preocupadas com os mais pobres e com a terrível dilaceração que, no Brasil, separa os despossuídos e os privilegiados.
Tenho certeza, então, de que todos dois teriam imenso orgulho ao ver o filho e sobrinho desempenhando agora, na política brasileira, o papel que também a mim está me deixando entusiasmado, ao ver um jovem como Eduardo Campos lançar-se na política, movido por sua grande, lúcida e tranquila coragem e por um imenso desejo de servir.
Explico-me. Coragem porque sabe quantas dificuldades e incompreensões vai ter que enfrentar. Ainda assim, mantém seu sonho e seu desejo de servir ao nosso grande País e ao nosso grande povo; porque sabe que, como dizia Aristóteles, praticada como se deve, a política é uma atividade elevada e nobre, porque consiste ‘na arte de bem servir ao bem comum’.
Assisti de perto à atuação de Eduardo Campos, como o extraordinário governador, por duas vezes, do Estado de Pernambuco, cujo povo lhe confere a inédita aprovação de 83% - coisa que eu nunca vi acontecer com qualquer outro. Normalmente, no fim de um primeiro mandato, o titular do Executivo sai desgastado.
Finalmente resta-me dizer que já passei dos 80 anos e, com toda esta idade (que já vai longa), posso afiançar que Eduardo Campos, além do extraordinário administrador que demonstrou ser, é o político mais brilhante que já conheci. É, portanto, a meu ver, o mais capacitado a levar adiante e aprofundar as reformas que o povo brasileiro está exigindo como indispensáveis para que o Brasil se aproxime cada vez mais do glorioso destino que merece.

Maior escritor vivo do país, dramaturgo, membro da Academia Brasileira de letras (ABL) e presidente de honra do PSB. Artigo publicado no "Estado de S. Paulo", domingo 15 de dezembro.
Fonte: Hora do povo 


PPL-DF celebra ano de 2013


O Partido Pátria Livre do Distrito Federal promoveu nesta quinta-feira (19) à noite, em um grandioso jantar de confraternização e comemoração, mais um encontro com seus militantes, lideranças e pré-candidatos.
O presidente do PPL-DF, Marco Antonio Campanella, fez um balanço do ano de 2013 e agradeceu os esforços e a luta de todos no ano que se passou. O ano se sintetizou com muitas vitorias e obstáculos enfrentados. Campanella se mostrou bastante otimista quanto ao ano vindouro: “O ano de 2014 será muito melhor do que 2013. Nós semeamos uma verdadeira amizade e identidade, que se resume nos compromissos do PPL com o Brasil”.
                                                                                                        Brasília, 20 de dezembro de 2013













Fonte:blogdocampanella
 

domingo, 15 de dezembro de 2013

Eduardo Campos diz que êxito de programa que protege a criança em PE é modelo para o Brasil

O governador de Pernambuco e pré-candidato à presidência da República, Eduardo Campos (PSB), defendeu que o programa Mãe Coruja, uma das iniciativas implantadas pelo governo do estado para reduzir a mortalidade infantil, seja ampliado para os demais estados brasileiros. O programa reduziu de 21,3 para 15,7 o coeficiente de mortalidade infantil por grupo de mil nascidos vivos.
"Que o Mãe Coruja seja o programa de um novo estado que queremos no Brasil", declarou o governador durante a abertura do III Encontro Mãe Coruja na quarta-feira (11), em Gravatá, no Agreste pernambucano. Ele ressaltou a necessidade de se criar um novo padrão de funcionamento do setor público para reduzir a exclusão e a desigualdade.
Criado em 2007, o programa está implantado atualmente em todas as 12 Gerências Regionais de Saúde (Geres), atendendo 103 municípios. Segundo dados divulgados pelo governo do Estado, conta com 109.806 mulheres e 52.072 crianças cadastradas e assistidas. As ações desenvolvidas envolvem, além das ligadas à saúde pública, cursos de qualificação profissional, educação e cultura, dentre outras.
O Mãe Coruja tem como objetivo cuidar da gestante e da criança, através da articulação com a rede de saúde existente no município e, após o nascimento, a criança também passa a ser acompanhada pelos profissionais até completar cinco anos de idade. O programa atua nas áreas de saúde, educação, desenvolvimento social e assistência.
"O Mãe Coruja é uma atitude nova do estado, diante de um problema velho que é a exclusão e a desigualdade. É preciso acabar com o complexo de vira-lata no padrão de funcionamento do estado, extirpando valores de que se é para o pobre pode ser feito de qualquer jeito. Vamos radicalizar ao oposto, para fazer justiça social e também a maior de todas as obras, que é mudar a vida de uma pessoa", afirmou.
Campos fez um balanço dos seis anos de implantação do programa, ressaltando que os bons resultados foram obtidos graças a uma série de ações conjuntas desenvolvidas por nove secretarias estaduais.
"A integração dos braços do serviço público é a coisa mais difícil do mundo, porque primeiro é preciso vencer a cultura da elite, de um estado ainda patrimonialista, que quer ser dono de uma ‘caixinha’. E esse não pode ser o foco. O foco tem que ser chegar na vida de uma pessoa que está precisando e ajudar a mudá-la para melhor", disse.

Fonte: horadopovo